Até Logo, Nova Zelândia: Um País Incrível

2011 Chegou. Assim se encerra minha jornada de 2 anos na Nova Zelândia! Hora de voltar para o Brasil e dar continuidade aos meus planos. O mestrado está concluído, na mão; está pronto! E a experiência está marcada no coração e na memória. Nova Zelândia e Australia marcaram muito quem eu sou e serei. A Nova Zelândia em especial ganhou minha admiração e o sentimento de ser quase “casa” (quem sabe um dia?).

Nesse último post deixo as últimas fotos das viagens finais que fiz em território Neozelandês. Não houve muito tempo (entre a finalização do mestrado, despedidas, viagens, e mudança final) para criar um post detalhado para cada viagem. Na ilha norte foram locais magníficos, como Cathedral Cove (Coromandel Peninsula), Hahei Beach, Hot Water Beach, Waiwera, Omaha Beach, Pakiri Beach, Mangawhai Heads, Goat Island, Waiheke Island, Taupo e Tongariro Crossing.

Na ilha sul locais ainda mais espetaculares: Queenstown, Glenorchy, Milford Sound, Te Anau, Aoraki (Mt. Cook), Lake Pukaki, Lake Tekapo, e Xchurch. Abaixo as fotos que selecionei, e a cada pedacinho dessas fotos, minhas saudades da Nova Zelândia e a paz de espírito que tal país proporciona. É o recanto do mundo para quem busca refletir, se encontrar no presente, passado e quem sabe até futuro. O local para quem busca coisas mais belas, mais naturais, mais limpas, e mais leves. Em suma, uma vida mais feliz. Obrigado a todos que acompanharam meu blog desde 2009. Foram mais de 4300 visitas em meus posts e fotos! Espero que meus posts tenham incentivado cada um de vcs a viver melhor e buscar um mundo melhor. Cada um de sua forma.

Isso não é uma despedida. Manterei o blog aberto para fazer a manutenção da página “Best Pics” e melhorar meus posts antigos com mais informações. Obrigado, novamente! Tchelo 08/01/2011.

Tongariro Crossing





Cathedral Cove (Coromandel Peninsula)





Omaha Beach

(sim o cara “devolveu”o tubarão ao mar depois de tirar umas fotos)

Pakiri Beach


Mangawhai Heads



Goat Island



Waiheke Island


Hahei Beach

Waiwera

Queenstown




Glenorchy


Milford Sound



Aoraki (Mt. Cook)




Lake Pukaki


Tasman Glacier View Point



Lake Tekapo





Post final feito ao som de
Newton Faulkner – Uncomfortably Slow (com minhas fotos)

Tchelo

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Janeiro 8, 2011 at 12:54 pm 3 comentários

Snowboard – Mt. Ruapehu / Whakapapa – North Island 2010

Até que enfim mais uma viagem na Nova Zelândia. Entre a correria extrema de finalizar a tese e a vontade de explorar mais um pouco esse país, o jeito foi manter o foco no estudo e aproveitar oportunidades para viajar mais um pouco. Talvez o título desse post devesse incluir Taupo e Craters of the moon, mas juntarei tudo em um só dessa vez.

O Rafael recebeu dois amigos de Minas Gerais (Bernardo e Amanda), e somando o SJ e o Apurv, fomos em 6 pessoas para o meio da Ilha Norte, mais precisamente para Mt. Ruapehu / Whakapapa para mais uma viagem com a intenção de ver belas paisagens e cair na neve com o snowboard. E assim foi!

Alugamos uma van, e fui com o Apurv pega-la na quinta-feira pela manhã. Muito frio em Auckland, mas voltamos rapidinho para pegar o resto do pessoal em Albany e cair na estrada. Em pouco mais de 2 horas de viagem, paramos na cidade de Hamilton para visitar os jardim da cidade.

Muito bonito o parque, com jardins específicos para alguns paises. Obviamente o mais bonito foi o italiano. O jardim chinês e o japonês eram bonitos tbém, justiça seja feita.

No caminho paramos para comer na estrada, já saindo de Hamilton. O caminho para Whakapapa passa pela cachoeira Huka Falls, e depois por Taupo. Fizemos uma parada legal em Huka Falls, e demos sorte de o sol aparecer justamente quando estávamos lá. Ano passado eu passei por la com o Rafael e o Cris, mas daquela vez não tivemos muita sorte com o tempo. De qquer forma, abaixo seguem fotos de Huka Falls.

É impressionante a tonalidade da cor da água. Como muitas vezes eu comento, a Nova Zelândia é um país lindo, mas só vendo pessoalmente para ter noção das cores e contrastes daqui…

Paramos em Taupo rapidinho. Cidade muito bonita, nas margens do Lago de Taupo, que é imenso e muito bonito de contemplar. No fundo da paisagem da para avistar o Mt. Ngauruhoe e o Mt. Ruapehu, onde passaríamos a noite. No caminho ainda paramos em alguns pontos para observar as paisagens.

O Mt.Ngauruhoe é aquele do filme Senhor do Anéis, onde fica o “olho que tudo ve” no topo de uma montanha. Obviamente, o olho que tudo ve não estava lá, mas é lindo demais ver aquela vista na sua frente. A estrada quase vazia, uma imensidão de terras inabitadas, e no fundo as montanhas cheias de gelo nos cumes… Só vendo mesmo : )

Aí paramos o carro na estrada para curtir aquelas vistas… e tiramos algumas fotos tbém claro.

Passamos a noite num hotel na base de Mt. Ruapehu, assim logo pela manhã já iríamos pegar o carro e subir na montanha para fazer snowboard.

Um frio brutal no lugar, mas o quarto era muito bom e tinha um aquecedor que dava bem conta do recado. O dificil mesmo foi levantar da cama para subir a montanha!

E veja como as vezes tirar uma foto no timer pode ser uma tarefa perigosa….rsrsrs

Enfim, 7:30 da manhã o Bernardo ja acordou a gente com o seu “Vamo produzir, galera… ta hora de produzir…” e aí fomos nos preparando para o dia. O tempo infelizmente não estava aberto, então nem levei minha máquina nova para tirar fotos lá em cima da montanha (mas minha canon pequena sempre da conta do recado!).

Chegando na estação de ski, já alugamos as pranchas de snowboard, e todo o equipamento necessário (além das 4 blusas, 4 calças e 2 meias…rsrsrs). Somente eu, Rafael e SJ compramos o passe para usar todas as pistas de snowboard, mas ficamos na parte mais baixa da montanha no começo para ir aquecendo! Deu até para fazer uns videozinhos em cima da prancha dessa vez!

A visiblidade estava muito baixa, e o pouco que dava para ver na frente era um mar branco de gelo, e uma névoa… Muito bom que dessa vez eu já estava mais esperto para não me perder na neve, como me perdi no ano passado na Ilha Sul (ver posts antigos).

Consegui dessa vez filmar um pouco do teleférico (lift) que leva a gente para a parte alta da montanha para começar o snowboard. Da para ter uma visão mais legal de como funciona:

É legal ver como várias crianças encaram os skis na maior tranquilidade. Da para ver uma criançada de uns 5 a 8 anos descendo a montanha esquiando com os pais… muito legal de ver. Acho que é como no Brasil a gente cresce brincando na areia, na Nova Zelândia a criançada cresce brincando na areia e na neve, afinal aqui da para ter os dois. Além disso tinha uma equipe filmando um garoto novinho tbém que não tinha as pernas, mas esquiava muito!

Choveu muito durante o dia – ao invés de nevar – o que fez com que a neve ficasse bem menos fofa do que poderia ficar. De qquer forma foi muito divertido cair de novo na neve, subir na prancha, tomar uns capotes e curtir bem o dia!

Pelas 4 da tarde os lifts param de funcionar e a montanha é fechada. Aí é quando passa a adrenalina e ficam as dores dos vários tombos…rsrs

No final devolvemos as pranchas e o resto dos equipamentos (ninguém nem checa se vc devolveu ou não. Tudo funciona na confiança de que vc está fazendo as coisas certas.Muito legal).

E então seguimos em direção a Taupo, one passariamos a noite. Não deu para ver muito da cidade, mas pegamos um entardecer bom, depois comemos um macarrão e jogamos sinuca… O hostel da HI era muito bom (como na maioria das cidades onde ja fiquei).

No dia seguinte demos uma passada numa feira / encontro de carros antigos (muito legal) e comemoms umas pizzas entes de pegar a estrada em direção a Auckland. Obviamente tinha que saber do Palmeiras, e foi bom saber que enfiamos só 4 no Avaí, com dois gols do Mago Valdívia!

No caminho ainda passamos em “Craters of the Moon”, um parque com umas falhas geológicas por onde vários gases são espelidos… Estranho de explicar. Mais fácil ver as fotos abaixo… Lembra um pouco Rotorua (post antigo) onde fui no ano passado…

Depois pegamos a estrada para mais umas 3,5 horas de viagem até chegar em casa… É isso… de volta a Auckland… e espero conseguir dar mais alguma volta pela Nova Zelândia antes de meu retorno para o Brasil. Abaixo um video que fiz no show do show do Tahuna Breaks (uma banda da NZ) umas 4 semanas atras no Power Station, em Auckland. Muito bom o show!

Post feito ao som de:
Pearl Jam – Hard to Imagine

Kings of Leon – Pyro (aliás, o CD novo inteiro é muito bom)

Tchelo

Outubro 10, 2010 at 2:51 pm Deixe um comentário

Rangitoto – North Island

Decidimos ir conhecer Rangitoto, uma ilha vulcânica, de 5,5 km de diâmetro, que fica localizada a apenas 20 minutos de Auckland (de balsa). Essa ilha está presente em várias fotos do meu blog em posts que fiz de Browns Bay, Long Bay & Grannies Bay, etc. É como se ela ficasse vigiando Auckland, assim como As Ilhas vigiam a Barra do Sahy.

Nosso sábado começou cedo, saimos Josh, SJ, Rafael e eu em direção a Auckland pelas 9 da manhã. La encontramos o primo do Rafael, Felipe e um amigo deles, o Pedrinho. O Apurv, o outro flatmate da minha casa encontrou a gente na cidade.

O dia prometia ser bom. Embora a temperatura já tenha diminuido bastante aqui, a previsão era de dia com céu aberto e muito sol, e assim aconteceu!!! Após os 20 minutos de balsa (ferry), chegamos na ilha.

O que se ve logo de cara são pedaços de lava petrificados, várias rochas estranhas, muitas árvores baixas que brotaram do além no meio de tantas pedras…. parece que se chegou em algum outro tipo de planeta. Tvz seja exagero, mas só presenciando para entender.

Existe uma série de trilhas e atividades para fazer por lá, e nós escolhemos subir até o topo do vulcão. O trajeto dura cerca de 1 hora de subida leve. Somente no final é que fica mais puxado, mas é tranquilo. É só fazer umas pausas para fotos e respirar um pouco…

A vista lá de cima é panorâmica, em 360 graus. Muito bom! Quase nenhuma nuvem, dava para ver a ilha de Motutapu (que não é vulcânica), Auckland e vários outros pedaços da cidade e ilhas espalhadas. De um dos pontos é possível ver o “miolo” do vulcão (assim como Mt. Eden publicado no blog) cheio de árvores.

Aqui um vídeo que fiz do alto de Rangitoto

Do cume do Rangitoto fomos para umas cavernas que foram feitas pela lava líquida que descia do vulcão, e foi uma experiência bem boa também. As paredes são muito estreitas, então o jeito é deixar a mala na entrada da caverna e dar um jeito de entrar…

No meio de uma das cavernas não há nenhuma luz, nem barulho. Quando vc fica em silêncio absoluto, a sensação de paz é incrível. Ficamos lá por uns minutos só contemplando a caverna… Com as luzes ligadas da para ver as raízes das árvores que estão acima da caverna… o que é muito legal tbém!

até o Pedrinho que estava com a perna semi-imobilizada deu um jeito de entrar na caverna…rsrs

De lá continuamos nossa caminhada até a base da ilha, onde deu para conhecer um pouco do outro lado que não tínhamos ido conhecer.

E os menos friorentos se arriscaram a pular no mar (que tava gelado!)….

O caminho de volta foi muito bom com o por do sol na cara, tranquilo, muito bom….

Post feito ao som de Pearl Jam – Given to Fly

Temple of the Dog – Hunger Strike

Tchelo

Abril 11, 2010 at 12:51 am 1 comentário

Raglan Whaingaroa / Bridal Veil Falls

Saimos SJ, Rafael, Josh (e seu amigo Andrew) e eu no sábado de manhã sentido a Raglan Whaingaroa. Raglan é uma cidade na costa Oeste da Ilha Norte da Nova Zelandia, parte da região de Waikato e por estar na costa oeste é banhada pelo Tasman Sea, or Mar da Tasmânia.

Raglan é uma cidade bem pequena, mas bastante conhecida no mundo do surf, especialmente pelo filme “The Endless Summer”, no qual a praia de Manu Bay é filmada.

Saindo da cidade sentido sul, são aproximadamente 8 km de praias ou breaks de ondas….
incluindo as principais; Indicators, Whale Bay, and Manu Bay.

Whale bay é onde o Ben Harper e o Jack Johnson tem casa de praia… O lugar é realmente muito gostoso e de bobos os caras não tem nada. Principalmente o Ben Harper, que além de ter o dom de compor música boa, ainda tem o privilégio de ter uma casa nesse paraíso.
Abaixo o vídeo que fiz em Raglan:

O clima de praia na NZ não é igual ao do Brasil. As coisas são mais selvagens, menos gente, etc. Mas com certeza aquela mesma sensação de tranquilidade que temos em algumas praias do Brasil e na Australia…

O caminho para Raglan pode ser feito passando pela cidade de Hamilton ou dirigindo por fora mesmo. De qquer forma o trajeto demora umas 3 horas de Albany até Raglan.

Como todos os hostels estavam lotados, ou só aceitavam reservas de duas noites no mínimo, resolvemos ir na sorte até lá… e quem sabe encontrar algum camping ou alguma acomodação qualquer. Ficamos umas 2 horas rodando atrás de algum canto, mas não deu muito certo no começo. Visitamos o YHA hostel (Solscape) e vista de lá era muito boa. Uma pena que não deu mesmo para reservar um quarto lá.

Como estava complicado de encontrar acomodação, o jeito foi curtir a praia mesmo, ficar na grama vendo o pessoal surfar, só curtindo o visual e relaxando…

Fizemos umas duas pequenas trilhas que levavam a “mirantes” no meio da montanha, com vistas privilegiadas das praias.

Nem mesmo o tempo frio, com algumas chuvas rápidas tirava o encanto de várias vistas…

A estradinha que liga a cidade até as praias lembra bastante a estrada de Rio-Santos, principalmente no trecho da serra de Maresias.

No final da tarde achamos um camping / hostel e conseguimos um quarto para nós 5.
Foi perfeito, preço bom e deu para dormir tranquilo. Seria melhor se pelo menos travesseiro eles fornecessem… rsrsrs. Mas já valeu o descanso.

A cidade a noite era o puro deserto. Deu para comer um cheeseburguer com fritas e só… A noite em Raglan (agora no outono) é bastante gelada. Ecomo estava chovendo / garoando constantemente, não ajudou muito.

Domingo acordamos com a mesma disposição de ficar contemplando a vista das praias e depois seguir em direção a uma cachoeira conhecida como The Bridal Veil Falls. De lá, ir para casa.

A cachoeira fica meio escondida. É necessário pegar uma trilha de uns 10 minutinhos, saindo da estrada e vc chega lá. Muito bonito o lugar. A trilha super bem cuidada.. tudo bem convidativo.

São 55 metros de queda, formando um desenho muito louco… conforme o vento bate na água, parece que forma um vel de noiva mesmo… muito legal.

Valeu a parada na cachoeira, que pode ser vista do topo, do meio e do final dela. Uma trilha bem sinalizada, com degraus de madeira, tudo organizado.

A restante da estrada de volta tbém é muito bonita. Lembrou um pouco das vistas que se tem na Ilha Sul da Nova Zelandia, (mas sem neve e não tão bonito).

É isso… Mais um lugar explorado!
Post feito ao som de Pearl Jam – Indifference… dispensa comentários.

Soundgarden – Zero Chance (Bom demais. A banda se reuniu agora em 2010 depois da quebra em 1997)

…e Tori Amos feat. Maynard James Keenan (Tool) – Muhammed, my friend

Tchelo

Março 14, 2010 at 11:27 pm 2 comentários

Goat Island / Grannies Bay – 2010

De volta à NZ após dar uma revigorada nas energias no Brasil, o que inclui muita comida boa e 5kg a mais para carregar…rs

Minha casa continua no mesmo lugar, mas para trazer um pouco de vida na casa, trouxe uma canga com a bandeira do Brasil (ajuda a dar um pouco de cor na sala, que é cinza e fria!)

O céu continua sendo uma das coisas mais bonitas da NZ. É incrível como as nuvens fazem desenhos brutais, sempre contrastando com o azul claro do céu!

Aproveitando que ainda estamos no verão aqui na NZ, e sabendo que logo menos a temperatura começa a cair exponencialmente, fomos conhecer uma praia diferente no final de semana. SJ, Frank, Josh, eu e Rafael (em ordem abaixo). Aliás, o novo flatmate na minha casa é o Josh, um cara de La Jolla, San Diego – California. Gente fina pra caramba, faz um som comigo e agregou bem mais para a casa do que o cara da Malasya. Enfim, a praia se chama Goat Island, pq tem uma ilha bem na frente que apelidaram de Goat…

O número e as cores dos peixes nadando perto de vc é inacreditável. Basta um snorkel e pronto… Os peixes estão ali na sua cara.

Na travessia entre a praia e a ilha (o que leva uns 5 minutos nadando – bem pertinho) eu vi uma arraia nadando tranquilamente. Da um pouco de medo, principalmente quando vc ve o aquele rabinho estranho e altamente perigoso, mas é tranquilo. É só não perturbar que ela passa na boa…

A cor do mar ajuda a fazer com que o mergulho seja muito bom…

Video que fiz em Goat Island, da para ver os peixes, etc..

Goat Island… Muito bom para conhecer e relaxar o dia inteiro… Fica mais ou menos uma hora e meia de Auckland. Tranquilo para um dia de viagem. E bom novamente para refletir e reverenciar tanta beleza natural nesse país…

A placa em Goat Island com os dizeres de Ngati Vai dispensa tradução:
“When the land, river and sea creatures are under distress, then I have nothing to be proud of”

No caminho de volta para Auckland, vale a pena parar na cidade de Makatana e comer umas fritas, um chopp, etc.

No domingo o SJ estava por aqui tbém e fomos nós dois para Long Bay fazer a trilha até Grannies Bay. Uma prainha quase deserta. No caminho vc tem uma vista privilegiada de ambas as praias (Long Bay e Grannies)
e do Rangitoto ao fundo. E obviamente que existem algumas vaquinhas no caminho…rsrsrs

Video que fiz no caminho entre Long Bay com Grannies Bay.

A primeira vista de Grannies bay não é nada ruim tbém…

A praia é bastante tranquila, quase niguém passa por la.
Deu para esticar minha toalha do Palmeiras e tirar uma sonequinha de buenas…rs
O estranho é que os cliffs da praia estão caindo muito rapidamente. Existem algumas placas dizendo para tomar cuidado, etc… E de fato parece perigoso… De tempo em tempo vc ouve umas pedrinhas caindo pelo cliff…

E é isso aí… Mais um passeio há menos de 20 minutos de casa e que vale a pena demais! Agora é planejar Tongariro Crossing antes que os estudos comecem a ficar mais puxados e os dias de sol acabem!

Post feito ao som de Basssnectar – Enter the Chamber

…e The Music – Turn out the Lights

Tchelo NZ Fev/2010

Fevereiro 22, 2010 at 12:08 am 2 comentários

Australia 2009 …

…E nesses dias de Australia passeei por diferentes cidades e praias nunca antes visitados por mim. Estava sozinho e por isso algumas coisas são vistas com mais cuidado e concentração. As pessoas que se conhece nos hostels são viajantes tbém, então é bom trocar histórias e sugestões de lugares para se visitar, mas no final muitas coisas perdem muito do sentido, porque não há com quem dividir de verdade. Então divido comigo mesmo:

Sou apenas um caminhante
Que perdeu o medo de se perder
Estou seguro de que sou imperfeito

O que importa é que sou um caminhante
Que vende sonhos para os passantes
Não tenho bússula nem agenda
Não tenho nada, mas tenho tudo
Sou apenas um caminhante
À procura de mim mesmo

O trecho acima é do livro “O Vendedor de Sonhos” que me acompanhou em parte dessa viagem. Vale a pena ser lido, ainda mais quando se está há um considerável tempo longe da rotina viciante e esquisofrênica da vida paulistana. Sei que em breve estarei de volta a Sao Paulo, mas sei que não serei mais o mesmo. Tenho a certeza que todas essas viagens me fizeram me enxergar melhor de fora para dentro e de dentro para fora tbém…

Tchelo

Novembro 24, 2009 at 5:16 am Deixe um comentário

Pearl Jam / Ben Harper – Adelaide – South Australia

Cheguei 20 minutos depois da abertura dos portões do show, o que cruelmente aconteceu as 5 horas da tarde! O sol estava de rachar o côco, com 38 graus na sombra!!! E a cidade é muito seca, o que complica ainda mais! Ja tava com meu ingresso no bolso! Imprimi em preto e branco mesmo, mas o ticket que eu recebi em pdf era assim:

O estádio de cricket conhecido como Adelaide Oval fica numa área bonita da cidade, o gramado é todo bem cuidado e parece até grama sintética de tão certinho o campo! Pena que usam para jogar cricket e não um jogo mais interessante…rsrsrs

Entrei e fui direto para a grade da pista. Primeira vez na vida que fiquei tão perto do palco em um show de tamanha proporção! Ali já conheci uns caras da Inglaterra, um brasileiro com a camisa do Sepultura – e que estava seguindo o Pearl Jam em todos os 5 shows da Australia nessa temporada! Insano. Sorte dele.

5:45 da tarde o neo-zelandês Liam Finn abriu o palco com seus sons estranhos. Uma mistura de indie rock com vários elementos eletrônicos. A banda é apenas ele e uma mulher que não lembro o nome, mas sei que as vozes deles combinam muito bem. É engraçado como eles conseguem usar vários recursos eletrônicos numa mesma música. Liam Finn faz a base do baixo na guitarra, depois o riff de guitarra e deixa gravada a repetição dos acordes. Aí ele corre pra bateria e continua cantando e fazendo a bateria ao mesmo tempo. Curioso e bem legal o som no final das contas, fora que o cara toca muito bem.

Pouco menos de 1 hora de show e logo já entrava a primeira grande atração da noite. Ben Harper & Relentless 7. Sonzeira! O Ben Harper tem umas das vozes mais particulares que conheço… e toca muita guitarra e slide. O melhor que ele tocou não só musicas do cd novo da banda que formou com o Relentless 7, como também vários sons antigos da carreira dele, como Diamonds on the Inside, Glory & Consequence, Ground on Down (riff de guitarra muito brutal!), etc. As principais músicas do cd novo foram “Fly one Time” e “Up to you now” que eu gosto muito, por sinal.

Ainda durante o show do Ben Harper, o vocalista do Pearl Jam entrou no palco e ambos cantaram “Under pressure”do Queen. Sonzeira. A voz do Ben Harper encaixou muito bem com a do Vedder para essa música.
E foi um dos melhores momentos da noite que começava a cair no estádio….
Para ver o video que eu fiz dos dois cantando juntos visite http://www.youtube.com/watch?v=ShqXrl7QAW4

Com o fim do show do Ben Harper, já começaram a anunciar nos telões (um em cada lateral do palco) que o show do Pearl Jam possivelmente estaria sendo gravado para um DVD. Seria bacana se eles lançassem um DVD com as principais músicas de cada show que fizeram nessa turne da Australia + Nova Zelândia. É torcer agora.

Já estava na pura expectativa de começar o show do Pearl Jam e conversando com o cara da Inglaterra eu disse que minha vontade era que o Pearl Jam abrisse o show com Release do album Ten. E como parecia ser meu dia, logo começou o riff de Release ao fundo e a banda entrando com o Vedder altamente alcolizado, mas feliz – e dentro do show… Foi brutal o começo… perfeito demais!
Abaixo o video que eu fiz na entrada do Pearl Jam e começo de Release:

Nem deu para respirar muito com a introdução do show e eles já emendaram “Why go” também do album Ten. As guitarras estavam com a mesma distorção que a banda usava no começo dos anos 90, mais pesado e rápido do que eles andaram usando nos ultimos 12 anos. E isso tbém foi bom demais!
Para ver o video de “In my tree” que eu gravei no show:

Eu fiquei no canto esquerdo do palco, onde o guitarrista solo Mike McCready toca. Esse foi o cara que me inspirou a tocar guitarra… primeiro pq adoro o clima que ele cria nas músicas, e segundo pq ele tbém nunca estudou música! Vem tudo do além! Muito bom!

Eu tava muito perto do palco e isso da um clima totalmente diferente. As fotos abaixo não mentem – mesmo pq minha camera que eu quebrei na Nova Zelândia não da zoom em fotos !!

O set list do show foi muito bom, pesado e rápido! As músicas do album novo soam mil vezes melhor com a pegada ao vivo. Curti muito mais…

Release
Why go
See my friend
Brain o J
In my tree
Severed Hand
Faithfull
Got some
Even Flow
Johnny guitar
Amongst the waves
I got shit
Elderly Woman behind the counter in a Small Town
No way
Untohought known
Lukin
Blood
Just Breath
Red Mosquito (c/ Ben Harper)
Indifference (c/ Ben Harper)
State of Love and Trust
Real Me
The Fixer
Rearviewmirror
Smile
Life Wasted
Alive
Yellow Ledbetter

(Na verdade eu peguei o set list na mão! Mas ele ficou com uma moçoila de unhas bonitas como se pode ver na foto… Mas pegar o set list na mão ja foi muito legal!)

Uma das melhores partes do show do Pearl Jam foi quando o Ben Harper voltou ao palco para duetar com o Vedder. Cantaram Red Mosquito (Ben Harper na guitarra solo) e Indifference com ambos cantando.

Bom demais… Pena que acabou rapido, sempre acaba rápido o show do Pearl Jam.
Agora no meu histórico de shows do Pearl Jam tenho o suficiente de boas memórias e muita música boa:

Sao Paulo, Brasil – 12/12/2005
Sao Paulo, Brasil – 13/12/2005
Portland, EUA – 20/07/2006
Adelaide, Australia – 17/11/2009

Tchelo

Novembro 24, 2009 at 2:40 am 3 comentários

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